quinta-feira, 19 de março de 2009

Como criar um RSS

Lamento não estar usando a tecnologia RSS há muito mais tempo. Cansei de ver os iconezinhos laranjas nas barras de diversas páginas consultadas, porém jamais parei para analisar a sua utilidade.

Apenas com a experiência de algumas horas de testes (nesta manhã, para ser mais exato), consigo responder à pergunta que eu mesmo fiz no chat da última quarta-feira. Naquela oportunidade, queria saber por que o RSS fora escolhido como a primeira ferramenta a ser trabalhada no curso. Agora, respondo: é seletiva, objetiva e, certamente, poupará muito de nosso tempo.

Antes de fazer os testes sugeridos, li alguma coisa a respeito, ontem à noite. Encontrei dois artigos interessantes. Um sobre RSS, no site InfoWester: http://www.infowester.com/rss.php

Outro, sobre como usar o Google Reader, no site Baixaqui:

http://www.baixaki.com.br/info/1107-como-usar-o-google-reader.htm


Hoje pela manhã, li outro artigo bastante esclarecedor, agora na revista Mac +, última edição (no 033), pág. 34 – “Extra! Extra! Agregadores de RSS trazem as melhores notícias”. A matéria analisa os melhores programas dessa natureza para os usuários da plataforma Mac, entre os quais me incluo. São eles: o Shrook, o Vienna, o News Fire e o NetNewsWire – este último considerado o “queridinho” dos usuários, como destacou o repórter.

Animado por esta indicação, baixei o NetNewsWire e comecei a testá-lo. O programa é ótimo, porém meu inglês já não é tanto. E isso começou a fazer a diferença não apenas no cadastramento de páginas como também na configuração do software. Foi quando li um outro artigo que resolveu todos os meus problemas. A revista MacMagazine fez um comparação entre o NetNewsFire e o Google Reader – dando uma ampla vantagem a este último. Os resultados estão em:

http://macmagazine.com.br/blog/2006/09/28/novo-google-reader-adeus-netnewswire/


Daí por diante resolvi me concentrar no Google Reader e estou achando excelente (e é em Português!). Já registrei algumas pastas sobre assuntos que pesquiso habitualmente e, dentro delas, comecei a organizar algumas tags. Ainda não tive os três dias de testes solicitados para a experiência, mas certamente o aprendizado se dará com o uso das próximas semanas. A instalação foi fácil; a configuração merecerá um pouco mais de tempo e análise, de acordo com as minhas necessidades. 

Deixo a sugestão para que o professor Castilho inaugure o glossário de nosso Curso com dois verbetes, dando a sua versão para ambos, já que existem versões diferentes. São eles: Feeds e RSS.


quarta-feira, 18 de março de 2009

Comparações entre Web 1.0 e Web 2.0

Os termos Web 1.0 e Web 2.0 definem as duas primeiras fases da internet, que podem ser analisadas por diferentes filosofias, atitudes, produtos e propostas. 


A primeira fase da internet se caracteriza pelo uso do email e, com ele se estabelece uma revolução na velocidade da comunicação. Mais econômica e eficaz do que o fax e o telefone, esta ferramenta consolidou e ampliou o seu espaço, tornando-se indispensável para qualquer cidadão. 


Ainda nessa mesma fase, as empresas entenderam que a internet poderia se constituir num excelente canal para ampliar seus negócios. A agilidade e a rapidez da comunicação promoveram uma interatividade mais consistente entre funcionários, clientes e fornecedores.


Essa nova prática de comércio trouxe mais vantagens para o consumidor, que já não precisava sair do conforto de sua casa para comprar o que desejava, bastando para isso usar o cartão de crédito. Passou a encontrar ofertas mais vantajosas do que nas próprias lojas. Para as Empresas o novo método também se apresentou mais seguro e lucrativo, diminuindo os gastos com pessoal e encargos sociais.


A economia de papel, telefone, fax e de gastos com funcionários também atraiu o interesse dos bancos, que ampliaram consideravelmente a sua rede de atendimento. Atualmente, o Internet Banking é o serviço que mais cresce na grande rede. Dados da Febraban revelam que, no período entre 2004 e 2005, o número de agências cresceu 1,5 % e o volume de acesso à web, 43,5%.


Tim Reilly, presidente e CEO da Reilly Media, entusiasta da Web 2.0 estabelece algumas dierenças básicas entre as duas fases da internet.

 

A primeira (Web 1.0) é estática, a segunda (Web 2.0), dinâmica; uma é proprietária (de sistemas e softwares fechados, que são vendidos) e outra aberta; a Web 1.0 é institucional; a Web 2,0 é rede social; a primeira é um canal, a segunda, uma plataforma.


Para que a primeira desse lugar à segunda foi necessária a mudança de todo um cenário mundial, buscando a evolução do sistema e, com ela, uma nova fase de geração de serviços.


Isso se reflete na democratização do acesso aos computadores envolvendo mais de um bilhão de usuários da internet ao redor do mundo, acesso à banda larga, convergência de mídias e distribuição multicanal.   


A internet está se massificando e se democratizando. Um de seus maiores exemplos de interatividade é a Wikipédia, criada em janeiro de 2001 e que já reúne mais de três milhões de artigos em 205 línguas e dialetos diferentes.


Quando foi criada, poucos acreditavam em seu sucesso. A expectativa era de que o trabalho de cooperação não fosse visto pelos usuários com a seriedade merecida. Quem pensou dessa forma se enganou. Construida com responsabilidade, a Wikipédia transcendeu os limites de qualquer enciclopédia já editada. É uma das principais fontes de consulta no mundo inteiro.